Porra, tô apaixonado. Acho que esse é o máximo de beleza aonde se pode chegar.

Porra, tô apaixonado. Acho que esse é o máximo de beleza aonde se pode chegar.

Impressionante como a imprensa esportiva do Brasil é deplorável. Poucos se salvam. Ultimamente está (estava?) havendo uma onda ufanista que surpreende qualquer um, passaram meses e mais meses superestimando um jogador, um time e até o Brasil em geral. Os jornalistas perderam a noção, falaram tantas coisas absurdas que é difícil enumerar…
Então tomam um choque de realidade. Óbvio que nada do que foi dito correspondia à realidade. A partir daí, tentam minimizar o ocorrido com eufemismos e com falsas verdades. O pior: ao invés de reconhecerem os méritos do adversário, colocam defeitos no time brasileiro. Segundo boa parte da imprensa, só era necessário fazer ”isso, isso e aquilo” para que a equipe do nosso país vencesse a atual melhor equipe do mundo.
E assim continuam inventando, mentindo e, infelizmente, influenciando certa parte da população. A ignorância no futebol só reflete o que se passa nas outras áreas, seja na Saúde, Educação ou na Segurança do país. 70% das verbas desviadas no país seriam destinadas às escolas e hospitais, mas nenhum alarde ocorre. Os jornalistas estão mais preocupados em divulgar o que certa celebridade comprou em um shopping, ou como é o dia a dia na casa de tal ator.
Estou realmente ficando desesperançoso com tudo.
Queria ser rico. Mas não nesse sentido.
Queria ser rico em amigos.
Noite triste da porra.
01000101 01110101 00100000 01110100 01100101
00100000 01100001 01101101 01101111 00101110
Neeeeerd, hahaha.
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou
em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projecções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.O sofrimento é opcional.
Carlos Drummond de Andrade.
Repostando essa música porque, de verdade… não há nada mais reconfortante do que a letra dela.
Que semana estranha. Tô precisando de um abraço. Argh.
Haha, hoje foi um dia quase perfeito. Mas não sei se fico feliz ou triste por isso.
If all the faces in the world
Had half of your kindness
Half of your sweetness
Then happy I would be
2011 planejado:
Sentaríamos juntos todos os dias.
Conversaríamos direto.
Eu lhe abraçaria todos os dias.
E à tarde iríamos estudar juntos.
Claro, isso seria só um pretexto para dar em cima de você.
Ou melhor, não para “dar em cima”.
Mas para ficar ao seu lado.
Porque as seis horas na manhã não seriam suficientes.
2011 real:
A gente senta longe um do outro todos os dias.
A gente nem conversa, eu finjo que você não existe, você finge que eu não existo.
E como dói ouvir suas risadas e perceber que você está feliz longe de mim.
It’s Friday, Friday, gotta get down on Fri…
Oh no, it’s Monday. :(